Sábado, 23 de Dezembro de 2006

Natal Ambiental – recomendações para um Natal mais sustentável

Para o ajudar a contribuir para um Natal ambientalmente sustentável, apresentamos-lhe alguns conselhos simples que permitirão usufruir de um Natal ambientalmente mais correcto e economicamente mais são.

Nos últimos anos a época do Natal tem-se tornado na época do consumo por excelência. Mais do que em qualquer outro período do ano, somos estimulados, influenciados, instigados, empurrados a comprar, comprar, comprar… Este consumo imediato e pouco reflectido provoca impactos ambientais graves, mas, pode também estar na origem de problemas económicos (endividamento excessivo).

Para o ajudar a contribuir para um Natal ambiental, aqui ficam alguns conselhos simples que pode levar em conta.

 

Antes do Natal

- Pense bem sobre as prendas que vai oferecer e a quem; não ofereça só por oferecer e opte por produtos úteis: é importante privilegiar a oferta de prendas que não sejam colocadas imediatamente na prateleira ou em qualquer baú esquecido no sótão; pense bem antes de comprar uma prenda, procure aconselhar-se com as pessoas que estão próximas da pessoa a quem a quer oferecer;

- Compre produtos duráveis e reparáveis: hoje em dia um dos principais problemas de muitos dos produtos que consumimos prende-se com a sua ideia de base de usar e deitar fora;

- Adquira produtos educativos: sempre que possível, principalmente se estivermos a falar de prendas para os mais pequenos, procure oferecer produtos que estimulem a inteligência, a criatividade, o respeito entre os povos e pelo ambiente;

- Se oferecer aos seus filhos brinquedos electrónicos adquira primeiro um recarregador de pilhas para que possam funcionar com pilhas recarregáveis que se tornam mais baratas do que as descartáveis e são mais amigas do ambiente;

- Procure produtos que não integrem na sua composição elementos perigosos;

- Escolha produtos menos complexos, que possuam menos materiais misturados pois estes são, habitualmente, mais fáceis de reciclar e reparar;

- Resista à publicidade enganosa que nos bombardeia diariamente com produtos e funções dos quais não temos qualquer necessidade, nem nunca vamos usar. O equipamento informático e especialmente os telemóveis são talvez os que melhor se enquadram nesta categoria de produtos. Mais importante do que pensar no modelo é pensar no uso que iremos dar a cada uma das funções tão publicitadas. E não se esqueça que muitos dos novos serviços surgem agora gratuitos, mas rapidamente passam a assumir preços proibitivos para as carteiras de muitos portugueses;

- Gaste apenas na medida das suas possibilidades: resista ao ataque cerrado das campanhas de crédito em que só começa a pagar mais tarde; nunca se esqueça é que mais cedo ou mais tarde vai ter mesmo que arranjar dinheiro para pagar. Respeitar os seus limites de endividamento irá permitir-lhe ser mais criterioso nas suas escolhas e, logo, mais sustentável;

- Envie cartões de Natal por correio electrónico; é mais barato, não consome papel e não faz lixo. Se isso não for possível, seja mais criterioso no envio dos cartões e utilize sempre papel reciclado e envelopes reutilizados.

- Reutilize papéis de embrulho de anos anteriores ou pequenas caixas de outros produtos para acondicionar as prendas; aumenta a surpresa, diminui as despesas e o impacte ambiental das suas compras. Sempre que tal não for possível, adquira papel reciclado para fazer os seus embrulhos;

- Utilize os transportes públicos nas suas deslocações às compras, ou então, junte-se com amigos ou familiares num mesmo veículo e vão às compras conjuntamente, fica mais barato e sempre pode dispor de outras opiniões quando estiver indeciso;

- Adquira produtos nacionais, pois não só a qualidade não varia como o impacte ambiental associado ao transporte dos produtos será menor;

- Para a ceia de Natal comece a habituar-se a substituir o bacalhau por outra iguaria; se não consegue mesmo resistir, adquira bacalhau de média/grande dimensão; faça o mesmo em relação ao polvo (deverá ter sempre mais de 800/900 gr.). Se as dimensões mínimas fossem respeitadas não teríamos os problemas que hoje temos com a quase extinção do bacalhau;

- Consuma bebidas em embalagens reutilizáveis (com tara retornável). Não originam resíduos e ainda por cima são mais baratas;

- Não use na sua festa de Natal pratos ou copos descartáveis (em plástico ou cartão) nem guardanapos ou toalhas de papel. Não são agradáveis e dão origem a muito lixo;

- Tenha atenção à própria embalagem do produto; ainda que seja necessária, pode assumir um grande peso no preço final, pelo que evite ao máximo o excesso de embalagem e privilegie embalagens menos complexas (que misturem menos materiais - papel, plástico, metal) porque serão mais facilmente recicláveis;

- Adquira uma árvore de Natal sintética ou então recorra apenas a árvores vendidas com autorização (bombeiros, serviços municipais), como garantia da sustentabilidade do corte. Neste último caso, Informe-se na sua Câmara Municipal sobre a recolha das árvores após o Natal. Não vá em modas e tenha cuidado na aquisição dos enfeites de Natal para que os possa reutilizar por muitos e longos anos.

 

 

Após o Natal

- Guarde os laços e o papel de embrulho para que os possa utilizar noutras ocasiões;

- Separe todas as embalagens - papel/cartão; plástico; metal – e coloque-as no ecoponto mais próximo, evitando assim os amontoados de lixo que marcam o dia de Natal; é aqui que poderá verificar se foi um cidadão ambientalmente consciente nas suas compras;

- Reflicta ao longo do ano sobre a utilidade que foi dada às prendas que ofereceu e aprenda com os seus erros;

 

 

E lembre-se que nós não somos aquilo que consumimos, mas o nosso consumo diz muito sobre quem somos.

 

 

Em nome do projecto energiasrenovaveis06,

BOM NATAL

publicado por Projecto EA às 19:55
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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2006

Energia - Quem não precisa dela?

Energia, é certamente uma das mais importantes palavras-chave da Humanidade e do ambiente planetário. Dos combustíveis fósseis às diferentes formas de energia alternativa, existe um mundo de possibilidades, de interrogações e de pesquisa.

O conceito de Energia é bastante amplo e abrangente, mas pode definir-se como a capacidade de produzir trabalho.

Todas as formas de vida consomem e produzem energia, mas as principais fontes de energia não são os seres vivos. Melhor dizendo, a energia, tal como a matéria, não se produz nem se consome, mas sim transforma-se.

O Homem não é excepção e hoje em dia, mais do que nunca, consome (transforma) em quase todas as suas actividades enormes quantidades de energia. Desde a revolução industrial e do grande aumento demográfico que a acompanhou, que as carências energéticas da humanidade têm vindo a aumentar drasticamente. No entanto, o empenho do Homem em transformar formas de energia natural, como o vento ou o movimento das águas de um rio, em trabalho, remonta naturalmente muito mais atrás.

Actualmente, as necessidades energéticas da humanidade são fundamentalmente satisfeitas a partir dos chamados combustíveis fósseis, como o Carvão, o Petróleo, ou o Gás Natural. Em regra, esses recursos são transformados por via da combustão noutras formas de energia, como a eléctrica, ou a mecânica. O problema destes recursos é que não só da sua combustão resultam sub-produtos altamente tóxicos e poluentes, como as suas disponibilidades são altamente limitadas, estando previsto para breve o seu esgotamento.

Não é preciso ser muito criativo para conceber formas de energia que não sofram destes problemas. Basta olharmos para o exemplo dos nossos antepassados que tão bem souberam aproveitar a energia eólica (do vento), ou da água para fazer mover as mós dos moinhos que transformavam o grão dos diferentes cereais em farinha. Com a tecnologia e os conhecimentos de que dispomos actualmente, podemos não só aproveitar estes recursos com muito maior eficiência, como podemos ainda aproveitar muitos outros, como a energia solar ou das ondas do mar.

Com efeito as fontes de energia são muito numerosas, podendo ir, desde tudo o que se move, como a água dos rios e do mar ou o vento, passando por todos os combustíveis, fósseis ou vegetais, pela energia gasotérmica (elevadas temperaturas no subsolo), até à energia solar e à energia nuclear. Lamentavelmente, em termos práticos, todas estas hipóteses se revestem de aspectos positivos e negativos.

Os combustíveis vegetais, como a lenha das árvores foram durante séculos uma das fontes de energia mais utilizadas, e ainda hoje em alguns países do dito terceiro mundo continuam a ser. Infelizmente, o aumento no consumo de energia conduziu inevitavelmente ao derrube de florestas e ao alargamento de desertos.

As chamadas energias renováveis ou alternativas, como a eólica, a hidroeléctrica, a das ondas ou a solar, dependem em grande parte de factores atmosféricos, e o seu aproveitamento só se adequa a zonas muito particulares do globo.

A sua eficiência depende das condições naturais, que por sua vez não coincidem frequentemente com as exigências energéticas. Um bom exemplo disso mesmo é o caso da energia solar. Durante o Inverno, quando necessitamos de mais energia para nos aquecermos ou para iluminarmos a casa durante mais horas, é que nos falta o Sol para produzir a dita energia. A resposta para esse problema pode parecer óbvia: produza-se e armazene-se. Mas esse é justamente um problema talvez ainda mais difícil de resolver do que a própria produção. Essa, tem sido de resto a grande valia dos combustíveis fosseis. Eles estão no subsolo "à espera" de ser retirados ao ritmo que mais convier.

Embora não poluentes, as energias alternativas não estão isentas de impactos negativos na natureza. É obvio que um complexo hidroeléctrico de grande dimensão ou um parque eólico comprometem seriamente o ambiente das zonas onde estão implantados, tanto mais que para igualar a produção de uma central eléctrica média são necessários aproximadamente 1000 geradores eólicos ou 5 Km2 de painéis solares. Por outro lado, algumas formas de captação de energia podem não só não ser economicamente viáveis, como mesmo energeticamente o balanço pode ser negativo. Vejamos um exemplo: em teoria é possível aproveitar a energia das correntes oceânicas, mas na prática, a energia necessária para construir, colocar e manter uma turbina para o efeito, poderia exceder aquela que dali adviria.

Por seu turno, a energia nuclear parece ser aquela cujo saldo matéria-prima versus energia obtida parece ser o mais favorável. Com apenas um quilo de urânio 235 pode-se obter a energia correspondente a três mil toneladas de carvão. De resto, os excedentes de uma central nuclear ainda que perigosos parecem justificados face a uma tal eficácia na produção de energia. O problema reside então no risco de um acidente que fure os mais apertados sistemas de segurança e que pode implicar uma catástrofe de proporções inigualáveis por qualquer outro processo de obtenção de energia (veja-se o caso de Chernobil). Face a este cenário, numerosos investigadores têm procurado processos de aproveitar a energia atómica sem os riscos da tecnologia de que actualmente dispomos.

Neste contexto, parece que no futuro a solução para o problema da energia, terá que passar não só pela exploração de um método perfeito, mas sim da procura de um equilíbrio entre os diferentes métodos aplicados a diferentes realidades. Ainda mais importante que procurar novas formas de obter energia, de a aproveitar ou armazenar, é sem dúvida conseguir reduzir os seus gastos. É importante que nos lembremos que sempre que saímos de casa, um autocarro é, energeticamente, seis vezes mais eficiente que o automóvel e que o comboio é três vezes mais eficiente que o autocarro, e que obviamente andar a pé ou de bicicleta é muitas vezes mais eficiente que o comboio.
publicado por Projecto EA às 20:50
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Alterações Climáticas

A alteração do clima constitui um dos maiores problemas ambientais que a humanidade terá de enfrentar no novo milénio. Conheça alguns dos esforços empreendidos pela comunidade internacional no sentido de mitigar os seus efeitos.

Nas últimas décadas a crescente utilização dos combustíveis fósseis elevou para níveis preocupantes o efeito de estufa. Assim, prevê-se um aumento das temperaturas médias globais entre 1 e 3,5ºC até 2100, e um aumento do nível médio das águas do mar de 15 a 95 cm.

 

O início…

Tendo como pano de fundo as preocupações com o clima e a necessidade de definir uma estratégia global para o proteger, foi assinado em Junho de 1992, no Rio de Janeiro, por 175 países, a Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.

 

O Protocolo de Quioto - ainda à espera de ser ratificado

Em 1997, ainda no âmbito da convenção, assina-se o Protocolo de Quioto (Japão). Trinta e nove países industrializados, dos 160 participantes, comprometeram-se a limitar durante o período de 2008-2012 as suas emissões de gases com efeito de estufa (GEE).

As reduções acordadas incidiam sobre:

- dióxido de carbono (CO2);

- metano (CH4);

- óxido nitroso (N2O);

- hidrofluorcarbonetos (HFCs);

- hidrocarbonetos perfluorados (PFCs);

- hexafluoreto de enxofre (SF6).

 

Os níveis de referência adoptados foram os de 1990 e representavam, em média, uma redução de 5%; a União Europeia, negociando em bloco, comprometia-se a uma redução de 8%.

Para as emissões de HFCs, PFCs e SF6, gases que permanecem milhares de anos no ecossistema, foi possível adoptar como ano de referência 1995, ano em que estas emissões sofreram um aumento acentuado. Refira-se a ironia de os HFCs e PFCs terem sido adoptados no Protocolo de Montreal (1990) como substâncias alternativas aos clorofluorcarbonetos (CFCs), por se ter comprovado a sua acção destrutiva sobre a camada de ozono.

No Protocolo de Quioto uma forma inteiramente nova é utilizada para promover uma redução significativa dos GEE – as transacções comerciais entre países, sob três formas: comércio de emissões, implementação conjunta e mecanismos de desenvolvimento limpo, este último só para depois de 2008. O princípio é apostar numa redução que seja economicamente vantajosa, pois desta forma será mais efectiva.

No caso do comércio de emissões, as cotas de emissão de cada país seriam transformadas em licenças de emissão transaccionáveis entre os países desenvolvidos. O limite global de emissões mantinha-se inalterado pela adição das licenças compradas às cotas do país adquirente e a dedução dessas mesmas licenças às cotas do país vendedor. Na implementação conjunta os países ou empresas poderiam cumprir parte dos seus objectivos de redução financiando projectos de eficiência energética e/ou retenção de GEE em florestas de outro país. O mecanismo de desenvolvimento limpo (MDL) é idêntico à implementação conjunta, com a diferença dos projectos ocorrerem entre países com objectivos de redução e países sem esses objectivos, como é o caso dos países em desenvolvimento. O MDL pretende assegurar um desenvolvimento sustentável nos países em desenvolvimento, para que não sejam também eles emissores.

Uma das questões mais controversas deste protocolo é a possibilidade do uso das florestas como reservatório de carbono e a sua utilização no rácio emissão/redução. As incertezas no ciclo do carbono e a necessidade de maior investigação nesta área não permitem uma quantificação exacta do papel das florestas, daí as reticências no seu uso por parte da União Europeia. No entanto, o Protocolo não faz uma definição dos termos “florestação” ou “reflorestação”. Será que plantações com espécies de rápido crescimento poderão entrar nestes cálculos? E as reflorestações de áreas agrícolas?

As emissões dos transportes marítimos e aéreos não foram objecto de nenhuma regulamentação neste protocolo.

Todas as decisões de Quioto ficaram pendentes de regulamentação. Em 1999 definiu-se o ano 2000 como ano de implementação do Protocolo de Quioto, após a ratificação do mesmo por 55 países que detivessem em conjunto 55% da cota de emissões globais. Na prática, os EUA, que nesta matéria defendem posições muito diferentes das da UE, ficaram com o poder de veto.

 

A actualidade

Em Novembro de 2000, como na altura noticiámos, ocorreu em Haia a conferência para implementar o Protocolo de Quioto, onde se esperava que os 39 países industrializados chegassem a acordo, apesar das dificuldades do processo. A reunião, que contava com um total de 180 países, terminou sem que qualquer acordo fosse alcançado, estando programado novo encontro para Maio deste ano na Alemanha. Várias foram as causas para este desfecho, entre as quais a intransigência dos EUA, mas os assuntos mais polémicos e sobre os quais foi impossível chegar a acordo foram a ajuda aos países menos desenvolvidos, a contabilização das florestas para a redução das emissões e o comércio de emissões.

A contabilização das florestas como reservatórios de GEE nas contas nacionais de cada país era uma das pretensões dos EUA a que a UE se opunha. Para a UE tal iria permitir aos grandes países florestais alcançarem mais rapidamente a cota imposta, através da florestação ou reflorestação, sem uma efectiva redução nas suas emissões. Em relação ao comércio de licenças, a União Europeia pretendia ver instaurado um limite nas licenças de emissão que poderiam ser adquiridas a um país vendedor, através da realização de projectos de “desenvolvimento próprio”. A responsabilidade das transacções deveria ser partilhada entre o país comprador e o pais vendedor, para consolidar um esforço real de redução das emissões de GEE. Os EUA consideraram que neste caso haveria uma ingerência externa, o que os levou a recusar a proposta. Os projectos de “desenvolvimento próprio” foram outro ponto de discórdia, com os EUA a pretenderem que projectos de energia nuclear, de reflorestação e agricultura fossem considerados. A UE recusou cada uma destas possibilidades.

As penalizações impostas aos países não cumpridores do Protocolo foram outro dos temas inconclusivos.

 

E agora?

A recente eleição do presidente George W. Bush, contrário ao Protocolo de Quioto e com posições próximas das companhias petrolíferas, pode ser mais um travão ao acordo desejado.


A situação portuguesa em todo o processo

Portugal era, em 1990, o país da UE com a menor emissão de CO2 per capita. Assim, pedia-se a Portugal uma limitação das suas emissões e não uma redução. As negociações no seio da UE permitiram um aumento máximo de 40% na libertação de CO2, e limites inferiores para os outros gases, com uma média global de crescimento de 27%. No entanto, dados recentes, revelam uma derrapagem nestes objectivos. Um estudo da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa indica que, em 2010, o aumento das emissões pode ser de 49%, sendo o dióxido de carbono o responsável, com um aumento de 62% nas suas emissões. Em 1999 a libertação de GEE atingiu os 36% e o Ministério do Ambiente encontra-se a estudar medidas económicas ou fiscais para aplicar à indústria e aos transportes, com vista ao controlo destas emissões gasosas para a atmosfera.

publicado por Projecto EA às 20:42
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